The Last of Us ressuscitou minha vida gamer!
"Mais de uma década longe dos consoles... Até que The Last of Us mudou tudo..."
"Mais de uma década longe dos consoles... Até que The Last of Us mudou tudo..."


Action / Adventure / Naughty Dog
Fonte RAWGO videogame sempre foi uma constante na minha infância. Passei pelo Super Nintendo, Polystation, Turbo Game, Mega Drive e, principalmente, pelo inesquecível PlayStation 1. Jogar sozinho, com a família ou dividindo o controle com os amigos fez parte da minha formação. Com certeza, ligar o videogame era a minha maior fonte de felicidade naquela época!
No entanto, a vida é feita de ciclos. Na adolescência e no início da vida adulta, vivi o fim dessa conexão com os games. Tive um PlayStation 2, mas não aproveitei como a maioria; o mesmo aconteceu com o PS3. Passei mais de 10 anos sem jogar videogame de verdade. Claro, em situações específicas eu até tinha um contato pontual, mas era algo vago. Eu tinha, simplesmente, perdido aquela magia da infância.
E é aqui que entra The Last of Us.
Mesmo longe dos consoles, eu, de certa forma, flertava com esse jogo. Via de longe as pessoas comentando sobre a sua narrativa cinematográfica e como a jornada de Joel e Ellie em um mundo pós-apocalíptico era algo fora da curva. Mesmo afastado, eu prometia para mim mesmo: “Um dia eu ainda vou jogar esse game”.
Dito e feito. Comprei meu PS4 usado e o primeiro jogo que coloquei para rodar, sem hesitar, foi The Last of Us. Foi ele o responsável por trazer minha vida gamer de volta — e por me fazer escrever este texto em uma terça-feira qualquer, às 06:34 da manhã.
O PlayStation 4 funcionou como aquele velho amigo da infância: você passa anos sem ver, mas, quando se reencontra, o assunto rende como se o tempo nunca tivesse passado.
Hoje, como parte da bancada online do Jogando Cast, percebo o quanto foi fundamental me reconectar com essa paixão. Eu estava passando por um momento complicado, e voltar a jogar, ter um console e vivenciar a história de The Last of Us do meu jeito, no meu tempo, me fez emocionar como há muito tempo não acontecia com um "joguinho de videogame".
Só consigo pensar: como eu pude me afastar disso por tanto tempo?! Mas o importante é que voltei, e aqui estou.
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(Aproveito para deixar meu agradecimento público a Ralph Baer, o pai dos videogames domésticos, que criou o Magnavox Odyssey lá nos anos 70. Meu irmão, você começou uma parada muito foda!)
The Last of Us, clássico absoluto de 2013 (e já um clássico da minha vida), foi o pontapé inicial para o projeto que construo hoje ao lado do Deivão e do John: o nosso querido Jogando Cast!
Lembram daquela felicidade da infância que parecia perdida? Posso dizer que estou reconstruindo ela. Não exatamente igual, mas em um novo ciclo, com um novo significado.
The Last of Us foi o primeiro dessa nova fase, mas longe de ser o único. De lá para cá, já zerando diversos títulos, posso reafirmar com orgulho: eu amo jogar videogame!
Mas as próximas histórias eu vou contando aos poucos, em doses controladas de emoção, por aqui no nosso blog.
Para finalizar... obrigado, The Last of Us. Você é um joguinho importante pra c4r@l#0 pra mim!
Escrito por
mauricio_fray
Fã de terror, sobrevivência e grandes histórias nos games, com uma pitada de cinema e reações sinceras.
Jogando agora: Resident Evil 4 (2005)
Deividson Sabino2 min de leitura0 visualizações
"Como eu passei 300 horas no 'joguinho de caminhada' do Kojima? Nem eu acredito! Mas no momento certo, Death Stranding me fez descobrir o verdadeiro significado de imersão nos games."